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ویرایش: 1ª
نویسندگان: David Mourão-Ferreira
سری:
ISBN (شابک) : 9789723721133
ناشر: Assírio e Alvim
سال نشر: 2019
تعداد صفحات: 0
زبان: Portuguese
فرمت فایل : EPUB (درصورت درخواست کاربر به PDF، EPUB یا AZW3 تبدیل می شود)
حجم فایل: 639 کیلوبایت
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توجه داشته باشید کتاب اثر شاعرانه [1948-1995] نسخه زبان اصلی می باشد و کتاب ترجمه شده به فارسی نمی باشد. وبسایت اینترنشنال لایبرری ارائه دهنده کتاب های زبان اصلی می باشد و هیچ گونه کتاب ترجمه شده یا نوشته شده به فارسی را ارائه نمی دهد.
Apresentação I Retina, Rotina, Renovo, por Eduardo Prado Coelho A SECRETA VIAGEM [1948-1950] Inscrição sobre as Ondas Romance da Beira-Tejo Paisagem Cantiga Alvorada Epigrama para Uma Despedida Inscrição sobre as Árvores Contraponto Paraíso Minuto Lápide Outono Elegia em Verde e Branco Epitáfio Teoria das Marés Epigrama para Uma Segunda Despedida Seios Een Lied voor Margaretha Epigrama para Uma Terceira Despedida Regresso Inscrição sobre Um Rio Encontro Ave Cega Prelúdio Nocturno Última Face Canção Amarga Desesperança A Secreta Viagem Écloga TEMPESTADE DE VERÃO [1950-1953] Tempestade de Verão 1 Praia do Esquecimento Memória Enigma A Isadora Duncan Soneto Amargo de Convívio Humano Duna Diário de Praia Morada Relato Falência Nocturno de Uma Praia no Inverno Silêncio Sala de Espera 2 Cousas do Mar Romance da Morte de Tristão numa Rua de Lisboa Voto Nocturno das Ruas da Cidade Soneto dos Quartos de Aluguer Pequena Ode a Um Carro Eléctrico Aviso de Mobilização A Guerra Soneto de Áspera Resignação Écloga em Tempo de Guerra 3 Epigrama Poesia de Amor Fala Apócrifa de Dom Dinis Soneto do Amor Difícil Confissão Despojo Nocturno de Um Comboio no Alentejo Entrevista Rastro Cemitério Elegia do Ciúme Secura Porta do Inferno Praia do Encontro Canção, de Madrugada OS QUATRO CANTOS DO TEMPO [1953-1958] CANTO I À Primavera Hai-Kai Serenata do Adolescente Leito Espionagem Crepúsculo Compasso de Espera Canção Primaveril Orquestra, Flor e Corpo O Ciclo dos Trinta Anos Soneto do Cativo CANTO II Ao Verão Tálamo, Templo Xácara dos Campos de Elvas Inscrição Estival Outra Folha A Cavalo no Vento Romance das Mulheres de Lisboa no Regresso das Praias Capital CANTO III Ao Outono Contrapontos Estrada, de Noite Casas Caiadas Grito Instante Ode Morse: Mors-Amor Elegia do Outono O Navio Agonia As Últimas Vontades CANTO IV Ao Inverno Domingo de Chuva O Prédio Fado para a Lua de Lisboa Cabarés Ladainha Horizontal Litania de Sombra Anjo Descido ao Mar Os Cavalos O Bombardeiro no Crepúsculo Grinalda para o Próximo Terramoto de Lisboa CANTO SECULAR [Vou possesso dos cantos mais profanos] À GUITARRA E À VIOLA [1954-1960] Libertação Aves Agoirentas Abandono ou Fado Peniche Noite Apressada Labirinto ou Não Foi Nada Ponto Final Escada sem Corrimão Madrugada de Alfama Nome de Rua Maria Lisboa INFINITO PESSOAL [1959-1962] [Como se de repente ao coração do Sol] I Ulisses a Nausícaa Conjugação Revólver Ternura Teseu, ao Telefone Adiamento Herança Teia II Educação Sentimental Pedra Nocturno Piscina A Flor Candelabro Paraíso Casa Presídio IN MEMORIAM MEMORIÆ [1962] [Da nem sempre sublime variedade do Mundo,] [Mármore, sim, mas mole. E vento, porque não?] [Musa? Dragão de dentro?] [Ó Mnemósina, Rainha] [Mas é no mármore que escreves?] [Ó Mnemósina, Rainha,] [Mas teu corpo de mármore fugidio,] [Contra a corrente vais do próprio Tempo,] [Ó Mnemósina, Rainha,] [E um dia, simplesmente,] [Será então o Caos] DO TEMPO AO CORAÇÃO [1962-1966] Do Tempo ao Coração Ars Poetica Interior Retrato de Rapariga Tapeçaria Madrigal Pele Inúmera Entre Julho e Novembro Coração Os Dias Equinócio Ruínas Romanas Historical Sense Jogos de Água A Gruta Sotto Voce Adynata Clair de Lune Itinerário Grego Baptismo Noctis Profundæ Pervigil Penumbra Às Escuras o Amor Re(li)gata Fragmento de Um Cântico Do Tempo ao Coração CANCIONEIRO DE NATAL [1960-1995] 1. Natal à Beira-Rio 2. Voto de Natal 3. Natal, e não Dezembro 4. A Outra Noite de Natal 5. O Natal da Infância 6. Prelúdio de Natal 7. Litania para Este Natal 8. Toada de Natal 9. Natal Up-to-Date 10. Nada/Natal 11. Romance de Um Futuro Natal 12. Na Tal 13. Blasfémia de Natal 14. Coro de Natal 15. Novo Natal 16. Meditação de Natal 17. Natal na Alma 18. Elegia de Natal 19. Íntimo Natal 20. Hora de Natal 21. Surdina de Natal para os Meus Netos 22. Cosmogonia de Natal 23. Silêncio de Natal 24. Luzes de Natal 25. Segunda Elegia de Natal 26. Confissão de Natal 27. Vigília de Natal 28. Frémito de Natal 29. Natal em Convalescença 30. Som de Natal 31. Ladainha dos Póstumos Natais MATURA IDADE [1966-1972] OS SINAIS I. [Olhar de frente o Sol Assim se aprendem] II. [Entre bruscos lençóis de gritos fomos feitos] III. [Indócil testemunha a Lua comparece] IV. [Agarro agora a vida pelos ombros] V. [É quando o Sol galopa no teu ventre] VI. [E arranhamos o mito com as unhas] VII. [Brilha nas mãos do Sol o gume de um cutelo] VIII. [Cheira a silêncio vês ao longo desta praia] IX. [E os meses vão batendo à nossa porta] X. [As pegadas do Sol nem sempre a Lua] XI. [Avermelha-te ó pálpebra da noite] XII. [Há lâmpadas que tornam certas casas] XIII. [Porque te vou erguendo ó torre de papel] XIV. [Lunático é o Sol deixando-se queimar] XV. [Em tão pouco em tão nada afinal acredito] XVI. [Os subúrbios do Sol são quase sempre] XVII. [De bruços me debruço nos teus olhos] XVIII. [Em que língua Em que luz se traduzem os corpos] XIX. [É tão fácil dizer-te ó Sol que te agradeço] XX. [Devagar me conhece E destrói-me depressa] AS SONATAS Adagietto Treno Tocata e Fuga Sob a Pele Quotidiano Um Rosto Uma Cidade É Terrível o Vento AS SINOPSES Da Literadura Didáctica Maio 68 Colina Eco da Anterior Tríptico do Discurso em Verso OS SONETOS Matura Idade Entretanto Pervigilium Veneris Ilha A Boca As Bocas O Dedo Os Dedos O Corpo Os Corpos E por Vezes É sem Dúvida Amor AS SEXTINAS Sextina I ou Canção dos Quarenta Anos Sextina II ou Canção da Ilha Podre Sextina III ou Canção do Próprio Canto Sextina IV ou Canção dos Jogos do Amor ÓRFICO OFÍCIO [1972-1978] INSCRIÇÕES 1. Espólio 2. Micropoética 3. Restauro 4. Erro 5. Voo 6. Fatalidade 7. Permanência 8. Ilusão 9. Mater 10. Pânico COLAR DE XERAZADE 1. Voz 2. Oásis 3. Suspensão 4. Os Braços 5. Nudez 6. Égua Água 7. Vestígios 8. Manhã 9. Tarde 10. Noite OS LÚCIDOS LUGARES 1. Romance de Granada 2. Romance de Amalfi 3. Romance de San Gimignano 4. Romance de Pompeia 5. Romance de Trieste 6. Romance de Siracusa 7. Romance de Dubrovnik 8. Romance de Cnossos 9. Romance de Rodes 10. Romance de Éfeso HORIZONTES 1. Junho 2. Escolha 3. Praia do Paraíso 4. Fogo 5. Não É Fácil o Sol 6. Contrato 7. Tri(n)o 8. Natureza Viva 9. Dezembro 10. Axis Mundi TESTAMENTO [Que fique só da minha vida] ENTRE A SOMBRA E O CORPO [1980] 1. [Nada menos efémero] 2. [Manhã cedo as cigarras] 3. [Profundíssimos poços] 4. [Só tu e uma serpente] 5. [Ao meio-dia em ponto] 6. [De remotos abismos] 7. [Cintilação de luas] 8. [Uma fresta Uma réstia] 9. [És de novo uma fonte] 10. [Ó colinas Ó pálpebras] 11. [Diante do teu ventre] 12. [Por agora não gritas] 13. [As falésias calcárias] 14. [Ancoradouros Dunas] 15. [Bebo mais do que toco] 16. [Ó lâmina e bainha] 17. [É pouco dizer lâmpada] 18. [A palavra e a pele] 19. [Quantas mãos Quantos dedos] 20. [Evadidos da morte] 21. [Ruge Reprende Arrasa] 22. [Não há sumo de fruta] 23. [Este lívido sopro] 24. [Ou relâmpago ou transe] 25. [Prolongado crepúsculo] 26. [A seguir ao sol-posto] 27. [Com as folhas do plátano] 28. [Vagas do equinócio] 29. [Nem só latejam crimes] 30. [Ah Quem te contivesse] ODE À MÚSICA [1980] I. [É como se tivesses mãos ou garras] II. [Ó claridade Ó vaga Ó luz Ó vento] III. [Só tu a cada instante nos declaras] OS RAMOS OS REMOS [1981-1985] OS RAMOS Os Ramos Ar de Itália Aruba De Avião Numa Floresta de Rhode Island Numa Praia do Senegal Veneza Numa Lisboa Assassinada Templo Xintoísta Rua de Roma Fosso Campos do Alentejo OCASIÕES Redoma Vela Momento Dias Pontes Espera Alusivo Cárcere A Meio da Noite Instantes Argumento Corpoema A UM CORPO I. [Em ti a profusão] II. [Dois hemisférios] III. [A força vegetal destes cabelos] IV. [A vestir-te] V. [Castanho o cabelo] VI. [Teu corpo Tenacíssima tenaz] VII. [Horizonte] VIII. [Derramava-te o Sol sobre os cabelos] IX. [Só às pálpebras cabe] X. [A luz que vibre] XI. [Soubéssemos ao menos a matéria] XII. [Um sorvo] OS REMOS Fim de Estação Blocos Sombra Labirinto Dos Anos Quarenta Sintomas À Lista Pacto De Tempos a Tempos Dos Anos Trinta Talvez Os Remos O CORPO ILUMINADO [1987] I. [Dorso] II. [Toda te espantas] III. [Não sei se nasces do parto] IV. [Ora me vejo eu todos e vós uma] V. [Afogo no teu ombro] VI. [Nada garante que tu existas] VII. [Em que túnica de pedra] VIII. [Com M de Mulher é que o teu nome] IX. [Os teus olhos] X. [Porquê durante o dia a ruga apreensiva] XI. [Água de fogo sem labaredas] XII. [Irrompe do teu corpo iluminado] XIII. [Assim que te despes] XIV. [É quando estás de joelhos] XV. [Ambos no centro do furacão] XVI. [Percorro do teu corpo os templos todos] XVII. [Deitas-te E ficas nua] XVIII. [Vens a galope Somente páras] XIX. [De sono cai-te prostrada] XX. [Ah raiva de não ver por onde pairas] XXI. [Se ficas sentada] XXII. [É nesse ponto] XXIII. [Uma névoa de mágoa muito antiga] XXIV. [De não serem ombros] XXV. [Quantos em ti lagos e rios] NO VEIO DO CRISTAL [1980-1988] Fala Apócrifa de Camões Caravela Romance de Ouro Preto Ao Reencontro de Lisboa Ruas Anfíbias Certidão de Nascimento Que Passos São Estes Caleidoscópio Segredo Voz de Eunice Suspensão Prazo A Sábia Criança Dez Vezes Quatro Reinscrição sobre as Ondas II LISBOA — LUZES E SOMBRAS [1992] [Água que vens galgando em largos passos] [Entre a água e a terra te divides] [Parece às vezes que o Tejo] [Neste mesmo solo] [Mediterrânicos telhados] [Já não vês a Barra] [No curvo banco deste recanto] [Do concerto] [Em matéria de câmbios] [Nas fachadas de azulejo] [Melhor fora] [Que mundos se encontram] [Em todos os meses] [Sobre a ardósia do empedrado] [Por dentro de Lisboa] [Quem há-de contar as lendas] [Do lajedo das fragatas] [Torre nas nuvens colocada] [Não há Lua mais lunática] [Ruas como esta só em Roma] [Vidro baço das noites de Lisboa] [Imaginar não é difícil] [Voltando as costas à sombra] MÚSICA DE CAMA [1993] I. [Saber como é o teu sexo] II. [Dedilho esta harpa] III. [Galopam cavalos] IV. [Em torno ao lume dos joelhos] V. [Que brusco molusco] VI. [Uma ave alucinada] VII. [Neste espaço fechado] VIII. [De joelhos tocas] IX. [Quantas diversas figuras] X. [Por vezes em duas] XI. [Só a lua e a música] XII. [Sobre mim cavalgas] XIII. [Vem dos arcanos de outro tempo] XIV. [Por entre escuras sombras] XV. [Música de câmara] XVI. [Nesta penumbra] XVII. [Entre as duas nádegas] XVIII. [Do sabre a sombra vai-se extinguindo] XIX. [Depois de tudo ser tudo] XX. [A cama é praia] RIME PETROSE [1994] I. [Vens percorrendo o mundo há muito tempo] II. [Buscas molduras perdes os retratos] III. [Tão-só com as lombadas destes livros] IV. [Tão relâmpago logo o dia de ontem] V. [Recusas pedra e nuvem Mas a pedra] Cronologia Obras de David Mourão-Ferreira Notas